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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Textos Eróticos

Uma Vagina

Uma vagina, ali entre as pernas de uma mulher, num dia qualquer de semana, andando sob um sol forte no centro da cidade, não tem a menor importância, o menor valor, a não ser o de facilitar, a qualquer momento, os incômodos das necessidades fisiológicas. Além disso, uma vagina, numa situação dessas pode até estar suja, às vezes de urina ou mesmo de fezes, quando o papel higiênico não foi usado de forma adequada. Uma vagina, “andando” pelo centro da cidade pode estar sendo ferida por uma minúscula calcinha lilás, que aperta-lhe um dos pequenos lábios, mas dependendo da situação em que se encontra a mesma vagina, num lugar adequado, com a música adequada, com a luz adequada, com os corações pulsando adequadamente, tem uma personalidade tão forte, é tão importante, é tão vigorosa, que dá até vontade da gente se acabar nela.
(Nerino de Campos)


Sexo Anal

Guris,
Pensei bastante, vou voltar a fazer anal
Mas lembro que, anal não é de qualquer jeito.
Parei de fazer porque me machucaram muito
Fiquei meio que “traumatizada”
Então farei somente com quem me excitar bastante
E tiver o jeitinho
Ou seja, pode rolar ou não.

Anal se faz com o pênis bem duro,
O que machuca é quem quer colocar de uma vez...
Ou com ele “meia-bomba”, rss
Tem que respeitar o limite da menina
E deixá-la conduzir
(o que prejudica não é o tamanho e sim a grossura do “menino”)
Então vou fazer, mas somente com estas condições
Beijinhos...
(Alexia Champagne)


A Cópula

Depois de lhe beijar meticulosamente
O cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
O moço exibe à moça, a bagagem que trouxe:
Culhões e membro, um membro enorme e turgescente.

Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinente,
Não pode ele conter-se, e, de um jato, esporrou-se.
Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente

Que vai morrer: - “Eu morro! Ai, não queres que eu 
morra?!”
Grita para o rapaz que acesso como um diabo,
Arde em cio e tesão na amorosa gangorra

E titilando-a nos mamilos e no rabo
(Que depois irá ter a sua ração de porra)
Lhe enfia cona a dentro o mangalho até o cabo.

(Manuel Bandeira)